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Secretaria de Saúde de RR deve firmar parceria com Exército para combater coronavírus | Roraima


O secretário de Saúde, coronel Olivan Pereira Melo Júnior, anunciou nesta quarta-feira (6) que deve assinar um acordo de cooperação com o Exército no combate ao coronavírus em Roraima.

De acordo com o secretário, um estudo técnico feito pelos militares deve ser usado para guiar o governo em ações durante a pandemia. As ações não foram completamente detalhadas.

“Com esse planejamento que já existe, vamos colher os melhores resultados ao final dessa crise, que deve se agravar até o final de maio. Vamos nos basear em premissas técnicas e estudos da área médica”, declarou.

Uma das medidas que devem ser adotadas é a divisão de ambulâncias. Segundo o coronel, o estado possui 16 veículos. Uma parte será usada para atender casos relacionados à Covid-19, enquanto a outra para o restante das ocorrências.

Com uma crescente constante nos casos e queda no isolamento social, também foi afirmado que o governo estuda endurecer as regras da quarentena no estado.

“Há um planejamento para tomar medidas mais severas contra as pessoas que não estão cumprindo o isolamento e continuam circulando nas ruas. Essa é uma decisão que compete ao governador, ele está sendo assessorado pelas pessoas que acompanham este caso de perto”, declarou.

A secretária adjunta de saúde, Patrícia Renovatto, afirmou que o Hospital de Campanha da Operação Acolhida deve abrir as portas até 15 de maio. E que enquanto não for inaugurado, os atendimentos continuam sendo feitos no Hospital Geral de Roraima (HGR).

“Eu fiz uma visita à APC e há alguns detalhes que devem ser concluídos. A previsão de entrega para começar a atender com 80 leitos é até 15 de maio”, afirmou. “A partir do momento que eles liberarem e concluírem todos os detalhes que faltam, que são detalhes estruturais, daí começamos”, pontuou.

No entanto, a Operação Acolhida informou que já está trabalhando na ampliação de leitos e que até o dia 16, pode chegar até 782. O hospital é exclusivo para os casos de Covid-19.

Ainda segundo a Acolhida, a unidade só poderá funcionar caso o governo, que é parceiro no projeto, forneça profissionais e materiais de trabalho e por isso não é possível afirmar que o hospital comece a atender na metade de maio.



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