in

Prestes a dar à luz, jovem celebra 1º Dia das Mães: ‘Que cresça em um mundo onde as pessoas se ajudam’ | Ribeirão Preto e Franca


Dar à luz é o sonho de muitas mulheres. Em meio à pandemia do novo coronavírus, no entanto, a maternidade precisou ser ressignificada, na opinião da empresária Aline Gregoldo, que vive a ansiedade pela chegada de Tito, e comemora o primeiro Dia das Mães neste domingo (10) em Ribeirão Preto (SP).

O nascimento de Tito está previsto para junho. O desejo de ser mãe acompanha a empresária desde criança. Ela está prestes a segurar o filho no colo, mas em um contexto muito diferente do que ela imaginava antes da chegada do vírus ao Brasil. Mas Aline é otimista e está positiva.

“Eu sei que a gente vai conseguir transformar esse momento em algo lindo. Quero levar isso na memória, sair dessa pandemia e falar: ‘Foi o melhor momento, mesmo em meio a tudo que vivemos’.”

Grávida em meio à pandemia de coronavírus, Aline Gregoldo aprendeu a ressignificar a maternidade — Foto: Aline Gregoldo/Acervo pessoal

Grávida em meio à pandemia de coronavírus, Aline Gregoldo aprendeu a ressignificar a maternidade — Foto: Aline Gregoldo/Acervo pessoal

Do teste de gravidez positivo ao momento em que escutou pela primeira vez os batimentos cardíacos do bebê, tudo corria conforme Aline sonhava. No final de fevereiro, quando o país confirmou os primeiros casos de Covid-19, tudo mudou.

“Foi muito difícil no começo. Tive momentos de muita ansiedade, em que acordava chorando. As primeiras semanas foram assim. Mas a gente precisa aceitar. A aceitação foi um divisor de águas”, diz. “O ser humano tem uma coisa muito linda: a nossa esperança de conseguir ressignificar.”

Prestes a dar à luz, Aline Gregoldo diz que superou medos e incertezas provocados pelo coronavírus — Foto: Aline Gregoldo/Acervo pessoalPrestes a dar à luz, Aline Gregoldo diz que superou medos e incertezas provocados pelo coronavírus — Foto: Aline Gregoldo/Acervo pessoal

Prestes a dar à luz, Aline Gregoldo diz que superou medos e incertezas provocados pelo coronavírus — Foto: Aline Gregoldo/Acervo pessoal

De quarentena, Aline não pode mais receber os abraços dos familiares, nem mesmo pôr em prática o que planejava fazer na reta final da gravidez, como ir às lojas para escolher os móveis do quarto do bebê. As mudanças de planos atingiram a empresária com força, mas, aos poucos, foram superadas.

“A gente tem o costume de ter coisas. Precisava ter o enxoval perfeito, o bercinho, a cômoda, e hoje eu falo com meu esposo que tudo que o nosso bebê precisa está com a gente. Está no meio de um abraço, [ao] receber o nosso amor, o nosso carinho. Ele precisa da mãe e do pai”, diz.

Aline Gregoldo e o marido esperam o nascimento do pequeno Tito em meio à pandemia de coronavírus em Ribeirão Preto — Foto: Aline Gregoldo/Acervo pessoalAline Gregoldo e o marido esperam o nascimento do pequeno Tito em meio à pandemia de coronavírus em Ribeirão Preto — Foto: Aline Gregoldo/Acervo pessoal

Aline Gregoldo e o marido esperam o nascimento do pequeno Tito em meio à pandemia de coronavírus em Ribeirão Preto — Foto: Aline Gregoldo/Acervo pessoal

Há 35 semanas protegido da doença na barriga da mãe, Tito deve encontrar um mundo diferente do que Aline imaginava, com muitas mudanças no comportamento das pessoas – algumas ruins, mas outras inspiradoras.

“O que eu mais quero é olhar para ele e ver que está tudo bem, que ele está saudável, e que ele cresça no mundo onde as pessoas estão se ajudando”, diz Aline. “[Com o coronavírus], a gente está vendo que tudo pode se transformar em algo bom.”

Grávida em meio à pandemia de coronavírus, Aline Gregoldo aprendeu a ressignificar a maternidade — Foto: Aline Gregoldo/Acervo pessoalGrávida em meio à pandemia de coronavírus, Aline Gregoldo aprendeu a ressignificar a maternidade — Foto: Aline Gregoldo/Acervo pessoal

Grávida em meio à pandemia de coronavírus, Aline Gregoldo aprendeu a ressignificar a maternidade — Foto: Aline Gregoldo/Acervo pessoal



Ir para fonte da informação